Sejam Bem-vindos


Quem a ouve não esquece... Voz exuberante e inconfundível à serviço da alma, refletindo a entrega de quem não teme se doar por inteiro. O poder e a sensualidade da voz negra que tinge a aquarela da música brasileira de marrom, com todo o suingue, brilhantismo e carisma de quem tem certeza que não está aqui por acaso. Vinte e oito discos de ouro e oito de platina, sendo dois deles de platina duplo. Inúmeros prêmios da MPB: Sharp de Música, Caras, Globo de Ouro, Rádio Globo, o Antena de Ouro, Tim, entre outros. Além desses, prêmios de grande vulto internacional como O Pensador de Marfim (concedido pelo Governo de Angola), Personalidade Negra das Artes (concedido pelo Conselho Internacional de Mulheres) e A Voz da América Latina (concedido pela ONU). Este blog é dedicado à cantora mais popular do Brasil. Filha do nosso chão, orgulho nosso. Uma mulher, uma negra, uma nordestina, uma brasileira guerreira: Alcione, a Marrom!


27 novembro, 2009

No próximo sábado, tem Altas Horas especial de aniversário!

No próximo sábado (28), Alcione será uma das atrações do Altas Horas especial de 9 anos. No programa, a Marrom recebeu todo o carinho dos fãs ao cantar o sucesso Sufoco e ao dividir o palco com Zeca Pagodinho na música Verdade.

Depois de participar do grande evento no Piscinão de Ramos, Alcione conversou com a gente sobre o seu último CD, Acesa, sobre a experiência de tocar no Piscinão de Ramos, sobre a amizade com Zeca Pagodinho e muito mais. Confira a entrevista de Alcione!

Você lançou recentemente o disco Acesa. O que os fãs podem esperar deste trabalho? Um disco com sambas muito bonitos e estilos diferentes de compositores. As luxuosas participações de Simoninha e Revelação, além de músicas românticas escolhidas com carinho.

Como surgiu a idéia de convidar o grupo Revelação para participar do disco? Foi ano passado que eu “intimei” o Revelação, pois gosto demais do estilo deles, mas aí não havia a música, foi quando caiu no meu colo o samba de Marquinhos PQD e Sombrinha: O Samba Me Chamou. Aí eu corri pro abraço.

No programa de aniversário do Altas Horas, você fez um show aberto para a comunidade de Ramos, local que frequentou muito. Como foi a experiência de tocar no Piscinão de Ramos? Eu acho o Piscinão de Ramos “A Glória” por vários motivos, especialmente pela vibração de alegria que aquele povo passa pra gente. Já cantei ali uma vez no Réveillon e foi emocionante.

Ramos é o berço de muitos sambistas. Para você, o que faz com que aquela região um celeiro de grandes nomes do samba? Deus botou o dedo: Aqui é Ramos, então nascerá a Imperatriz Leopoldinense, o Cacique de Ramos e por aí foi a explosão.

No programa, você dividiu o palco com Zeca Pagodinho. Como surgiu a amizade de você? Há muito tempo no Cacique de Ramos, e desde lá, há cada dia que passou, eu percebi o quanto Zeca é um artista, uma pessoa, um homem de muito valor. Eu admiro muito a postura de Zeca.

Quais são os planos da Alcione para o futuro? Planos? Cantar e cantar e cantar. Com a graça de Deus e da Virgem Maria.

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