Sejam Bem-vindos


Quem a ouve não esquece... Voz exuberante e inconfundível à serviço da alma, refletindo a entrega de quem não teme se doar por inteiro. O poder e a sensualidade da voz negra que tinge a aquarela da música brasileira de marrom, com todo o suingue, brilhantismo e carisma de quem tem certeza que não está aqui por acaso. Vinte e oito discos de ouro e oito de platina, sendo dois deles de platina duplo. Inúmeros prêmios da MPB: Sharp de Música, Caras, Globo de Ouro, Rádio Globo, o Antena de Ouro, Tim, entre outros. Além desses, prêmios de grande vulto internacional como O Pensador de Marfim (concedido pelo Governo de Angola), Personalidade Negra das Artes (concedido pelo Conselho Internacional de Mulheres) e A Voz da América Latina (concedido pela ONU). Este blog é dedicado à cantora mais popular do Brasil. Filha do nosso chão, orgulho nosso. Uma mulher, uma negra, uma nordestina, uma brasileira guerreira: Alcione, a Marrom!


12 janeiro, 2010

Depois de dois anos, Alcione volta à Uberlândia com Acesa.


A casa de shows Coliseu Hall estava ansiosa à espera de Alcione (em fotos de Max Lourenço). A última vez que ela esteve em Uberlândia foi para gravação do Dvd de Alexandre Pires, em 2008. Depois de 2 anos, a Marrom voltou para alegria dos fãs mineiros da segunda maior cidade de Minas Gerais. O show, dentro do projeto “Pagode à Moda Antiga”, começou pouco depois dos primeiros minutos do domingo (10) e surpreendeu os fãs em aproximadamente duas horas do mais grandioso espetáculo.

Marrom cantou “Estranha Loucura” com o anfitrião Alexandre Pires, que não poupou elogios para uma das maiores divas da nossa Mpb. “É assim que se canta, gente!”, disse ele. Num dia de muita inspiração, cantou também “Deus e Eu no Sertão” com Alexandre e Victor, da dupla Victor & Léo. O show teve ainda “Acesa”, atual música de trabalho, que foi acompanhada por todos. Mas talvez o momento mais alto do show tenha sido em “Garoto Maroto”. Voz (que por sinal está na mais perfeita forma) e talento impecáveis e o Coliseu Hall em peso fazendo coro. Foi de arrepiar.

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