Sejam Bem-vindos


Quem a ouve não esquece... Voz exuberante e inconfundível à serviço da alma, refletindo a entrega de quem não teme se doar por inteiro. O poder e a sensualidade da voz negra que tinge a aquarela da música brasileira de marrom, com todo o suingue, brilhantismo e carisma de quem tem certeza que não está aqui por acaso. Vinte e oito discos de ouro e oito de platina, sendo dois deles de platina duplo. Inúmeros prêmios da MPB: Sharp de Música, Caras, Globo de Ouro, Rádio Globo, o Antena de Ouro, Tim, entre outros. Além desses, prêmios de grande vulto internacional como O Pensador de Marfim (concedido pelo Governo de Angola), Personalidade Negra das Artes (concedido pelo Conselho Internacional de Mulheres) e A Voz da América Latina (concedido pela ONU). Este blog é dedicado à cantora mais popular do Brasil. Filha do nosso chão, orgulho nosso. Uma mulher, uma negra, uma nordestina, uma brasileira guerreira: Alcione, a Marrom!


07 fevereiro, 2010

Esta aberta a temporada 2010 do Terreirão do Samba.

Rio de Janeiro, cidade maravilhosa, cidade do samba. Carnaval 2010. Terreirão do samba. Palco João da Baiana. Sexta-feira, dia internacional da cerveja, abertura oficial dos trabalhos no Palco do Terreirão. O secretário de cultura, tão fã da Marrom quanto nós, a convidou para abrir oficialmete o Carnaval.

A máxima Rio 40 graus se fez valer literalmente. O calor leva à festa! Marrom faz a festa. Espaço lotado. A festa que começou por volta das 19h, teria atração da noite à 1h20min.
Antes da festa, o carinho dos presentes com a famíia Nazareth era enorme. O profissionalismo foi cumprido. Pontualmente, a Dama da Note batizou o palco. E foi uma hora e meia de sucessos.

O secretário de cultua nem fez discurso: a galera dispensou. E dá-lhe Sufoco, O surdo, Acesa, Eu vou pra LApa, A Loba... Até a corte momesca caiu no samba ao som de Meu Ébano. Vários sucessos: novos e eternos. E homenagens: a Jorge Ben Jor, Jorge Aragão e Jovelina Pérola Negra.

O lado solidário não se calou: Alcione pediu que, antes da folia, todos parassem e fizessem a sua parte. Doassem sangue, pois muitos dependem disse gesto. E mais música, mais simpatia. A Entidade baixou e deixou recado de alegria e humildade. Marrom agradeceu aos barraqueiros, que trabalhavam servindo a galera. Era hora do show terminar. Ela ia saindo. Mas a Mangueira teve de chegar. Afinal, as marchinhas dos eternos carnavias já tinham passado. E a "Música do Brasil" foi cantada a uma só voz. Junto com a dela.

Marrom daria espaço ao Molejo, a quem elogiou. A festa continuou. E que venha o Carnaval. E dá-lhe Mangueira. E via o(a) Morena Forrozeira do cangote Suado.

Um comentário:

  1. AMO ESSA MARRON ELA É MUITO IMPORTANTE NA MINHA VIDA AINDA MAS QUE MEU PAI COLOCOU MEU NOME TAMBÉM ALCIONE EM ALMENAGEM A ELA ...VC É LINDA ALCIONE

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