Sejam Bem-vindos


Quem a ouve não esquece... Voz exuberante e inconfundível à serviço da alma, refletindo a entrega de quem não teme se doar por inteiro. O poder e a sensualidade da voz negra que tinge a aquarela da música brasileira de marrom, com todo o suingue, brilhantismo e carisma de quem tem certeza que não está aqui por acaso. Vinte e oito discos de ouro e oito de platina, sendo dois deles de platina duplo. Inúmeros prêmios da MPB: Sharp de Música, Caras, Globo de Ouro, Rádio Globo, o Antena de Ouro, Tim, entre outros. Além desses, prêmios de grande vulto internacional como O Pensador de Marfim (concedido pelo Governo de Angola), Personalidade Negra das Artes (concedido pelo Conselho Internacional de Mulheres) e A Voz da América Latina (concedido pela ONU). Este blog é dedicado à cantora mais popular do Brasil. Filha do nosso chão, orgulho nosso. Uma mulher, uma negra, uma nordestina, uma brasileira guerreira: Alcione, a Marrom!

28 março, 2010

Memória: Martinho, Alcione e Grupo Canto Livre no início dos Anos 80.


Brasileiros e angolanos estreitaram relações culturais no início dos anos 80, quando o Grupo Canto Livre veio ao Brasil divulgar a música do seu país. Segundo o site do cantor Martinho da Vila, o Canto Livre trouxe vários artistas, como Elias Dia Kimuezo, considerado o rei da música em Angola. Foram realizados shows no Rio, São Paulo e Salvador. As apresentações foram tão emocionantes, que foram registradas ao vivo no LP “Canto Livre de Angola” (Reeditado/editado em CD, anos mais tarde pela ZFM Records, sob o título de “Angola Canta”).

Antes disso, nos anos 70, artistas brasileiros já tinham estado em Angola por meio do projeto Kizumba, idealizado por Martinho da Vila. Como Clara Nunes, adorada na África Lusófona nos anos 60 e 70, Alcione até hoje é sucesso em Angola, já tendo sido premiada com o prêmio O Pensador de Marfim, concedido pelo governo deste país.

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