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Quem a ouve não esquece... Voz exuberante e inconfundível à serviço da alma, refletindo a entrega de quem não teme se doar por inteiro. O poder e a sensualidade da voz negra que tinge a aquarela da música brasileira de marrom, com todo o suingue, brilhantismo e carisma de quem tem certeza que não está aqui por acaso. Vinte e oito discos de ouro e oito de platina, sendo dois deles de platina duplo. Inúmeros prêmios da MPB: Sharp de Música, Caras, Globo de Ouro, Rádio Globo, o Antena de Ouro, Tim, entre outros. Além desses, prêmios de grande vulto internacional como O Pensador de Marfim (concedido pelo Governo de Angola), Personalidade Negra das Artes (concedido pelo Conselho Internacional de Mulheres) e A Voz da América Latina (concedido pela ONU). Este blog é dedicado à cantora mais popular do Brasil. Filha do nosso chão, orgulho nosso. Uma mulher, uma negra, uma nordestina, uma brasileira guerreira: Alcione, a Marrom!

17 maio, 2010

Noite de estrelas no Coconuts.

Fonte: Sapo MZ
Texto: SP e Fotos: Sérgio Costa


A discoteca Coconuts registou casa cheia ontem, domingo (16), para assistir ao concerto da diva da música brasileira, Alcione.

Já se previa que a noite seria de festa, isto devido aos gritos que se faziam ouvir, logo à entrada da discoteca, das pessoas que se deslocaram até ao local para assistirem o show.

Eram 19 horas quando Alcione e a sua banda subiram ao palco para mais uma noite de espectáculo, proporcionando aos presentes uma noite inesquecível com um repertório de canções novas e outras mais antigas e bem conhecidas como "Mulher Ideal" e "A Loba".

A grande surpresa da noite foi o fato de Alcione ter dividido o palco com a cantora moçambicana Lizha James e, juntas terem interpretado músicas de sua autoria, "És Meu" da Lizha e "Mais Um Barco" da Alcione, algo que deixou a brasileira encantada.

"Quando me falaram da Lizha James fiquei logo encantada e aceitei o convite de partilhar o palco e participar na música dela", confessa.

As surpresas não pararam por ali, Lizha James, como gesto de agradecimento e honra de poder partilhar o palco com a diva, ofereceu uma capulana (um pano que é usado em Moçambique para cingir o corpo das mulheres) à cantora e, o público, junto com a rainha do ragga, bateram o "kulunguana", o grito da moda moçambicana.

"Gosto de Moçambique, do sorriso nas pessoas, do povo humilde e maravilhoso e da gastronomia maravilhosa", confessa a diva brasileira.

A noite terminou em grande estilo com a música "Não Deixe O Samba Morrer", do álbum que Alcione regravou no cd "Celebração".

No fim do concerto ainda se ouviam gritos das pessoas a chamarem pelo seu nome e a pedirem mais e mais.

É a segunda vez que Alcione escala o nosso país, a primeira vez foi há 24 anos, no pavilhão de Maxaquene, "a convite do antigo presidente Samora Machel", recorda Alcione.

Depois de Moçambique, a cantora partirá para Luanda onde é esperada para shows. Na fase de preparação está o lançamento do primeiro DVD que fala da sua vida, da sua terra natal, das ruas onde cresceu e brincou quando era criança.

Um comentário:

  1. Marrom, vc é e sera sempre a melhor cantora do Brasil, sou sua fã, espero um dia conhece-la pessoalmente..bjs e boa sorte

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