Sejam Bem-vindos


Quem a ouve não esquece... Voz exuberante e inconfundível à serviço da alma, refletindo a entrega de quem não teme se doar por inteiro. O poder e a sensualidade da voz negra que tinge a aquarela da música brasileira de marrom, com todo o suingue, brilhantismo e carisma de quem tem certeza que não está aqui por acaso. Vinte e oito discos de ouro e oito de platina, sendo dois deles de platina duplo. Inúmeros prêmios da MPB: Sharp de Música, Caras, Globo de Ouro, Rádio Globo, o Antena de Ouro, Tim, entre outros. Além desses, prêmios de grande vulto internacional como O Pensador de Marfim (concedido pelo Governo de Angola), Personalidade Negra das Artes (concedido pelo Conselho Internacional de Mulheres) e A Voz da América Latina (concedido pela ONU). Este blog é dedicado à cantora mais popular do Brasil. Filha do nosso chão, orgulho nosso. Uma mulher, uma negra, uma nordestina, uma brasileira guerreira: Alcione, a Marrom!


01 setembro, 2010

A Virada Cultural de Brasília encerrou com o maior estilo!

Por Alessandro Souza

Ainda estou em êxtase por causa do show que assistimos anteontem, no Teatro de Arena – Área Especial do Cave, em Guará, por conta da Virada Cultural de Brasília. Cheguei acompanhado de minha irmã Aline e de Istella, mas lá encontrei o Tiago, amigo e membro da nossa comunidade no Orkut "Alcione: A Voz do Brasil". Aliás, fica aqui um lembrete: participe da nossa comunidade! Ela é a sede virtual do nosso fã-clube, lugar para compartilhar e conhecer outros fãs como nós. Foi um encontro que rendeu muito! Passamos minutos mágicos ao som da nossa diva!

Alcione subiu ao palco às 22:30hs. Estava linda. Toda "acesa", vestindo vermelho. Tudo teve início com "De Teresina a São Luís" e prosseguiu com "Mangueira é mãe". Finda a segunda música, saudou o público, agradecendo pela oportunidade de estar participando da Virada Cultural. Emendou um sucesso no outro, sendo acompanhada em peso pelo público presente. Não esqueceu de falar da importância de Benito di Paula para o samba e cantou "Retalhos de cetim", de sua autoria. Um dos pontos altos foi em "As rosas não falam", com direito a Marrom arrasando no trompete.

Antes de encerrar o show, agradeceu aos compositores da música "Não deixe o samba morrer", Edson e Aluízio, enfatizando a importância dessa música para sua carreira. O Show foi rápido. Apenas 45 minutos. Mas apesar disso, um verdadeiro espetáculo. Ela demonstrava estar muito contente e o público comungava deste sentimento, participando em massa, cantando todas as músicas com ela. Fechamos com chave de ouro a primeira Virada Cultural de Brasília! Que venham outras!

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