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Quem a ouve não esquece... Voz exuberante e inconfundível à serviço da alma, refletindo a entrega de quem não teme se doar por inteiro. O poder e a sensualidade da voz negra que tinge a aquarela da música brasileira de marrom, com todo o suingue, brilhantismo e carisma de quem tem certeza que não está aqui por acaso. Vinte e oito discos de ouro e oito de platina, sendo dois deles de platina duplo. Inúmeros prêmios da MPB: Sharp de Música, Caras, Globo de Ouro, Rádio Globo, o Antena de Ouro, Tim, entre outros. Além desses, prêmios de grande vulto internacional como O Pensador de Marfim (concedido pelo Governo de Angola), Personalidade Negra das Artes (concedido pelo Conselho Internacional de Mulheres) e A Voz da América Latina (concedido pela ONU). Este blog é dedicado à cantora mais popular do Brasil. Filha do nosso chão, orgulho nosso. Uma mulher, uma negra, uma nordestina, uma brasileira guerreira: Alcione, a Marrom!

02 fevereiro, 2011

Alcione fala ao O Dia On Line sobre a temporada no Asa Branca e anuncia que este ano vai lançar um selo próprio, Marrom Music

A temporada de shows no Asa Branca acontece de hoje a sexta-feira e, depois, na quinta e na sexta-feira da semana que vem, sempre às 22hs. A estreia vai ter ingresso promocional a R$ 20 para quem levar um kit para as vítimas das chuvas no estado (lata de leite em pó, 2 garrafas de 1 litro e meio de água e 1 pacote de fraldas descartáveis), com 80% da renda revertidos para a região serrana. Nos outros dias, a entrada inteira custa de R$ 50 a R$ 60.“É horrível demais perder suas casas, suas coisas. Durante alguns meses, aquelas cidades vão precisar de ajuda”, valoriza.

A cantora está feliz com as apresentações na Lapa. “Como eu canto na música do Serginho Meriti (‘Eu Vou Pra Lapa’), adoro a nova e a velha Lapa”, elogia. “Gosto muito de ir ao Carioca da Gema, já cantei muito no Circo Voador, praticamente estreei no Asa Branca , já fui ao Capela. Acho a Lapa muito bonita, aqueles arcos são um desbunde”.

O amor ao samba então permanece? “Nunca deixei de cantar samba, é a música deste país e nele cabe tudo: tristeza, o dia a dia, alegria”, afirma. “Mas o público que gosta de samba também é romântico. Não vou em um pagode em que não tenha que cantar ‘A Loba’”, conta.

“Os críticos pararam de reclamar (da mudança para o repertório romântico), já me respeitam do jeito que sou, sabem que nunca vou fazer um disco linear. Eu gosto de cantar tambor de crioula, reggae, Stevie Wonder, bons sambas, tudo aquilo que me emociona”, garante Alcione, que este ano pretende lançar CD novo e um selo próprio, Marrom Music.
Fonte: O Dia On Line

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