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Quem a ouve não esquece... Voz exuberante e inconfundível à serviço da alma, refletindo a entrega de quem não teme se doar por inteiro. O poder e a sensualidade da voz negra que tinge a aquarela da música brasileira de marrom, com todo o suingue, brilhantismo e carisma de quem tem certeza que não está aqui por acaso. Vinte e oito discos de ouro e oito de platina, sendo dois deles de platina duplo. Inúmeros prêmios da MPB: Sharp de Música, Caras, Globo de Ouro, Rádio Globo, o Antena de Ouro, Tim, entre outros. Além desses, prêmios de grande vulto internacional como O Pensador de Marfim (concedido pelo Governo de Angola), Personalidade Negra das Artes (concedido pelo Conselho Internacional de Mulheres) e A Voz da América Latina (concedido pela ONU). Este blog é dedicado à cantora mais popular do Brasil. Filha do nosso chão, orgulho nosso. Uma mulher, uma negra, uma nordestina, uma brasileira guerreira: Alcione, a Marrom!

09 fevereiro, 2011

Estreia no Asa Branca para matar minhas saudades!

Por Luan Penedo

Noite de sexta feira, 02 de fevereiro (dia de Iemanjá), Lapa, coração boêmio do Rio de Janeiro.

Tudo muito bonito na nova fase do Asa Branca, casa tradicional nas noites cariocas, com muita alegria e emoção. Casa cheia, com amigos da Marrom como Sombrinha, Adriana Bombom, Nilcemar Nogueira, neta do grande Cartola, o humorista Rodrigo Santana (o Admilson do quadrioda Lady Kate do Zorra Total, que se apresentará durante todas as terças de fevereiro num 'stand up comedy' na nova programação da casa).

A noite começou com aquele verso lindo que é entoado na abertura do DVD "Acesa - Ao Vivo", e logo em seguida, nossa diva subiu ao palco cantando “De Teresina a São Luís”. O show teve uma música inesperada. Como a própria Alcione disse, havia muito tempo que não a cantava, mas atendendo ao pedido de seu iluminador, incluiu “Além da Cama” no roteiro, para delírio dos presentes.

Os pontos altos do show foram os grandes sucessos, como o pout-pourri de “Mulher ideal – A loba”, “O mundo é de nós dois”, “Você me vira a cabeça - me tira do sério” e duas músicas em homenagem à cidade que a acolheu e que ela adotou como sendo sua segunda casa, “O sono dos justos”, e, como é tradicional, “Rio antigo”.

Também houve espaço para lembrar dos irmão da Região Serrana tão castigada pelas chuvas. Marrom, como tem feito nos últimos shows, pediu oração para os que se foram; e para os que ficaram, o conforto. Ela agradeceu a um empresário presente que cedeu dois carros e seu pessoal para efetuarem a entrega dos quites recebidos no dia do show. Naquela noite de estreia, 80% da renda foram doadas.

Para coroar isso tudo, teve a execução do Samba Enredo da Estação Primeira de Mangueira “O filho fiel, sempre Mangueira”, em homenagem ao centenário de Nelson Cavaquinho. O Asa Branca já era um carnaval, quando a Marrom puxou o samba campeão de 2002 da escola.

O evento terminou e como sempre, aquele gostinho de quero mais permanece. Como é tradicional, caminhei para entrada do camarim para falar com nossa Marrom, dizer que seu Blog estava presente e para agradecer os DVD’s que os fãs ganharam de Natal. E, acima de tudo, para retribuir o carinho que ela sempre tem conosco. Valeu muito a pena o show e foi ótimo estar com ela e sua produção fora de série... Agora é esperar o próximo!

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