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Quem a ouve não esquece... Voz exuberante e inconfundível à serviço da alma, refletindo a entrega de quem não teme se doar por inteiro. O poder e a sensualidade da voz negra que tinge a aquarela da música brasileira de marrom, com todo o suingue, brilhantismo e carisma de quem tem certeza que não está aqui por acaso. Vinte e oito discos de ouro e oito de platina, sendo dois deles de platina duplo. Inúmeros prêmios da MPB: Sharp de Música, Caras, Globo de Ouro, Rádio Globo, o Antena de Ouro, Tim, entre outros. Além desses, prêmios de grande vulto internacional como O Pensador de Marfim (concedido pelo Governo de Angola), Personalidade Negra das Artes (concedido pelo Conselho Internacional de Mulheres) e A Voz da América Latina (concedido pela ONU). Este blog é dedicado à cantora mais popular do Brasil. Filha do nosso chão, orgulho nosso. Uma mulher, uma negra, uma nordestina, uma brasileira guerreira: Alcione, a Marrom!


29 abril, 2011

Alcione faz show em Palmas, a partir das 22hs

Músicas novas e antigas, homenagem ao Rio Tocantins. Isso é uma pequena parte do que os palmenses poderão conferir logo mais, a partir das 22 horas, durante o show da cantora maranhense Alcione, na Casa do Melck.

Em entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira, 29, a artista falou da apresentação e de suas impressões da Capital do Estado. “Só pode ser boa. Uma cidade tão jovem, e banhada pelo rio Tocantins”, disse.

Ao ser questionada sobre o que podem esperar os fãs que forem ao seu show, Alcione disse que será “recheado” de antigos sucessos, que marcaram sua carreira, como Nem Morta, Meu Ébano, A Loba, além de canções de DVD Acesa, gravado ao vivo no ano passado em São Luiz (MA).

Acesa, segundo a intérprete, além de dar nome ao trabalho, faz lembrar sua infância. “Quando eu queria muito ir a uma festa, minha mãe dizia: você já está acesa, menina”, contou, acrescentando que nunca foi uma mulher “apagadinha”.

Apaixonada pela escola de samba Mangueira, do Rio de Janeiro, a eclética artista também homenageará a agremiação, interpretando canções do compositor "mangueirense" Jamelão, morto em 2008, aos 98 anos de idade. “Mangueira e Maranhão são duas coisas que não podem faltar nos meus shows”, concluiu. (Rubens Gonçalves - Da Redação)

Fonte: Portal Stylo

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