Sejam Bem-vindos


Quem a ouve não esquece... Voz exuberante e inconfundível à serviço da alma, refletindo a entrega de quem não teme se doar por inteiro. O poder e a sensualidade da voz negra que tinge a aquarela da música brasileira de marrom, com todo o suingue, brilhantismo e carisma de quem tem certeza que não está aqui por acaso. Vinte e oito discos de ouro e oito de platina, sendo dois deles de platina duplo. Inúmeros prêmios da MPB: Sharp de Música, Caras, Globo de Ouro, Rádio Globo, o Antena de Ouro, Tim, entre outros. Além desses, prêmios de grande vulto internacional como O Pensador de Marfim (concedido pelo Governo de Angola), Personalidade Negra das Artes (concedido pelo Conselho Internacional de Mulheres) e A Voz da América Latina (concedido pela ONU). Este blog é dedicado à cantora mais popular do Brasil. Filha do nosso chão, orgulho nosso. Uma mulher, uma negra, uma nordestina, uma brasileira guerreira: Alcione, a Marrom!


31 agosto, 2011

Alcione e Max Viana: "É Hora de Fazer Verão"

“Um momento de maturidade de minha carreira, que representa um passo adiante na composição, nos arranjos e na interpretação.” É assim que Max Viana define Um quadro de nós dois, o seu terceiro CD que acaba de ser lançado pela Biscoito Fino. São onze canções que giram em torno de um mesmo tema: o amor.

“Tenho uma facilidade maior para falar de amor quando estou compondo. É um tema recorrente, que flui com naturalidade. Todo mundo se identifica com ele, seja uma história de final feliz ou final triste”, afirma Max, que tem como maior parceiro neste álbum Dudu Falcão (“Um quadro de nós dois”, “O que é que você quer de mim” e “O samba que eu guardei”). “Somos parceiros desde 2002”, lembra, “e volta e meia nos reunimos para compor, mesmo que não haja nenhum projeto em vista”.

É claro que a parceria com Arlindo Cruz em “É hora de fazer verão”, que conta com a participação especialíssima de Alcione, em dueto com Max, traz o samba para o meio da roda. “O samba representa o que há de mais genuíno na música brasileira. Outros ritmos também são muito importantes – os nordestinos, como o forró, o xaxado e o baião, que tem em Luiz Gonzaga o seu maior representante.

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