Sejam Bem-vindos


Quem a ouve não esquece... Voz exuberante e inconfundível à serviço da alma, refletindo a entrega de quem não teme se doar por inteiro. O poder e a sensualidade da voz negra que tinge a aquarela da música brasileira de marrom, com todo o suingue, brilhantismo e carisma de quem tem certeza que não está aqui por acaso. Vinte e oito discos de ouro e oito de platina, sendo dois deles de platina duplo. Inúmeros prêmios da MPB: Sharp de Música, Caras, Globo de Ouro, Rádio Globo, o Antena de Ouro, Tim, entre outros. Além desses, prêmios de grande vulto internacional como O Pensador de Marfim (concedido pelo Governo de Angola), Personalidade Negra das Artes (concedido pelo Conselho Internacional de Mulheres) e A Voz da América Latina (concedido pela ONU). Este blog é dedicado à cantora mais popular do Brasil. Filha do nosso chão, orgulho nosso. Uma mulher, uma negra, uma nordestina, uma brasileira guerreira: Alcione, a Marrom!


27 julho, 2012

Uma noite com Alcione, na abertura do Festival de Inverno de Bonito

Alcione cantou canções como “Meu Ébano”, “Além da Cama” e “Estranha Loucura”, parte da turnê nacional Duas Faces. (Foto: Rodrigo Pazinato)

A Grande Tenda, em Bonito, ficou pequena nesta quarta-feira (25), frente à beleza de uma das vozes mais lindas e marcantes da música brasileira. Alcione fechou as apresentações da primeira noite do Festival de Inverno, em um show que levou os fãs à loucura.

A apresentação da cantora teve entrada franca e reuniu cerca de 3 mil pessoas na Praça do Festival, segundo estimativa da organização do evento.

No total, foram disponibilizados 4,5 mil ingressos para venda. A área em que o show foi realizado tem capacidade para 8,5 mil pessoas. Com a delicadeza e sensualidade já conhecidas, Alcione levou o público ao delírio quanto subiu ao palco, por volta das 23h.

Cantou sucessos como “Meu Ébano”, “Além da Cama” e “Estranha Loucura”, parte da turnê nacional Duas Faces, em comemoração aos seus 40 anos de carreira.

Não foi difícil encontrar gente chorando e aos berros, gritando o nome da cantora, exibindo cartazes e se derretendo ao som aveludado e envolvente das canções que geralmente falam de amor.

A dona de casa Katiane Oliveira da Silva, de 20 anos, assistiu ao show pela primeira vez. Já conhecia algumas músicas, mas disse que saiu encantada com a voz, o tom e as letras românticas.

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