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Quem a ouve não esquece... Voz exuberante e inconfundível à serviço da alma, refletindo a entrega de quem não teme se doar por inteiro. O poder e a sensualidade da voz negra que tinge a aquarela da música brasileira de marrom, com todo o suingue, brilhantismo e carisma de quem tem certeza que não está aqui por acaso. Vinte e oito discos de ouro e oito de platina, sendo dois deles de platina duplo. Inúmeros prêmios da MPB: Sharp de Música, Caras, Globo de Ouro, Rádio Globo, o Antena de Ouro, Tim, entre outros. Além desses, prêmios de grande vulto internacional como O Pensador de Marfim (concedido pelo Governo de Angola), Personalidade Negra das Artes (concedido pelo Conselho Internacional de Mulheres) e A Voz da América Latina (concedido pela ONU). Este blog é dedicado à cantora mais popular do Brasil. Filha do nosso chão, orgulho nosso. Uma mulher, uma negra, uma nordestina, uma brasileira guerreira: Alcione, a Marrom!


25 dezembro, 2012

Alcione faz festa de fim de ano e recebe Diogo Nogueira: 'É meu filho branco'

Alcione faz festa de fim de ano em sua casa e canta para seus convidados (Foto: Mais Você / TV Globo)

Comida e música de primeira são requisitos básicos e já famosos nas festas de final de ano na casa da cantora Alcione, no Rio de Janeiro. O repórter Felipe Suhre foi conferir a tradicional celebração e mostrou a animação dos convidados, entre eles Aílton Graça e grandes nomes da música brasileira como Arlindo Cruz, Diogo Nogueira e Péricles.
 
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Na cozinha, a Marrom deu várias dicas de receitas deliciosas, mas quem manda por lá mesmo é a irmã da cantora, Ivone, que este ano contou com a ajuda do chef maranhense Dantas. Para Alcione, cozinhar, assim como cantar, é muito especial. “Cozinhar é um ato de amor. Você tem que estar feliz, ser uma pessoa alegre para que a pessoa não passe mal depois de comer sua comida”, brincou ela.

E como será que a cantora se sai como anfitriã? Diogo Nogueira, por exemplo, é chamado de "meu filho branco" pela dona da casa. O músico conheceu Alcione ainda pequeno, quando tinha os "cachinhos de anjinhos barroco", como ela mesma definiu. “A Alcione fazia as festas juninas e meu pai se fantasiava de delegado. Ele pegava os artistas e outros convidados e prendia na gaiola”, relembrou Diogo.

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